Notícias

Antes tarde do que nunca

Com nove meses de atraso, Conselho Nacional do Meio Ambiente regulamenta emissão de poluentes emitidos por veículos leves. Mas medidas só entram em vigor a partir de 2013.

Redação ((o))eco ·
3 de setembro de 2009 · 17 anos atrás

O Conselho Nacional do Meio Ambiente, reunido desde ontem (2) em Brasília, aprovou com quase nove meses de atraso os novos limites máximos de emissão de poluentes emitidos por veículos leves. São eles: monóxido de carbono (CO), aldeidos, hidrocarbonetos totais, hidrocarbonetos não metano, óxidos de nitrogênio (NOx) e material particulado. A medida começa a valer para carros leves movidos à diesel em 1º de janeiro de 2013. Para os carros movidos à gasolina a resolução entra em vigor em 1º de 2014 para os novos modelos e em 1º de janeiro de 2015 para os demais. Com isso, o Ministério do Meio Ambiente espera reduzir 33% os poluentes de carros saídos de fábrica. Desde janeiro deste ano, veículos pesados como ônibus e caminhões das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo estão obrigados a usar diesel menos poluente, com 50 partes por milhão (ppm) de enxofre, substituindo o de 500 ppm de enxofre.

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Reportagens
21 de abril de 2026

A conservação mantém de pé a economia que o mar produz

Como uma natureza conservada sustenta milhares de empregos, renda e atividades produtivas no litoral brasileiro

Reportagens
21 de abril de 2026

Besouros: por que criar um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para seu estudo

Instituto Nacional de Coleoptera (INCol) deverá revelar novas espécies e gerar soluções para a conservação e uso de espécies de interesse econômico

Notícias
21 de abril de 2026

Estudo aponta que metas climáticas do Brasil dependem de direitos territoriais indígenas

Relatório do IPAM e do Ministério dos Povos Indígenas destaca protagonismo na proteção florestal, mas aponta barreiras no acesso direto ao financiamento climático

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.