Estudo ainda inédito da Universidade de São Paulo (USP) aponta que as emissões de CO2 do setor de “processos industrias” foram as que mais cresceeram na última década. Entre 1994 e 2005, o incremento foi de 73,6%. As emissões do setor energético, por sua vez, cresceram apenas 4,3%. Apesar do aumento, os autores da pesquisa pedem cautela na avaliação dos números: em termos absolutos, o peso industrial ainda é baixo, dizem. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no geral, o setor é responsável por 8,8% das emissões do país. Os dados da pesquisa devem sair na edição de novembro da revista científica Scientia Agrícola. A publicação pode ser acessada pelo biblioteca online Scielo.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
IPAM e UNODC lançam guia para proteção de terras indígenas
Documento defende o protagonismo indígena na proteção territorial e reúne práticas para enfrentar invasões, garimpo e desmatamento ilegal →
Racismo ambiental: quem fica de fora da discussão climática no Brasil?
Agendas como a transição energética e planos climáticos avançam sem incluir populações periféricas, indígenas e tradicionais nas decisões →
Mudanças climáticas encurralam aves nas montanhas da Chapada Diamantina
Aumento da temperatura global pode comprometer a sobrevivência de espécies de distribuição mais restrita ao topo das montanhas, como o beija-flor-de-gravata-vermelha →
