Um grupo de 13 empresas ligadas à produção de veículos, transporte e energia formou a Electrification Coalition, criada para defender um plano de popularização do carro elétrico. Entre os membros estão a Nissan, a FedEx e a fabricante de baterias A123. A ideia é criar massa crítica para aos poucos substituir a gasolina como combustível.
“Para diminuir a incerteza na implantação, a Coalizão advoga a estratégia de ‘firmar o pé’. De seis a oito cidades criariam incentivos para veículos elétricos, tais como estacionamentos preferenciais e estações públicas de reabastecimento de baterias (…) Na primeira fase, o plano imagina colocar por ano nas ruas de 50 a 100 mil veículos plug-in para, aos poucos, expandir a cobertura a 25 cidades. A meta é que os carros elétricos correspondam a 25% das vendas totais de carros novos em 2020 e, em 2030, atinjam 90%…”
Uma das estratégias é evitar que o custo total das baterias, que são caras, recaia sobre o consumidor na hora da compra. Por isso, as baterias serão alugadas, permitindo que sejam pagas como um serviço e que as próprias empresas possam substituí-las ao fim da vida útil.
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