Começa a surgir nos Estados Unidos uma nova geração de Sistemas de Gestão em Energia (EMS). Criado para reduzir o uso, os custos e as emissões de carbono associadas ao consumo de energia, o EMS nada mais é do que uma combinação de sistemas de gestão e soluções avançadas de software que auxiliam no gerenciamento do uso do recurso. Atualmente, cerca de 20% da energia consumida todos os anos nos Estados Unidos vem da demanda de edifícios comerciais.
Segundo pesquisa recém lançada pela empresa de pesquisas Pike Research, a aplicação recente da tecnologia da informação para o setor da construção comercial, junto com as mudanças na percepção sobre a energia como um ativo da empresa, fará com que o mercado de EMS demande 67,6 bilhões de dólares em investimentos, entre 2010 e 2020. Em 2020, a previsão das empresas de inteligência para o mercado de tecnologias limpas é de receitas anuais de 6,8 bilhões nos Estados Unidos.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Governo muda regras do FNMA para acelerar repasses contra incêndios florestais
Novo decreto simplifica o acesso ao Fundo Nacional do Meio Ambiente e promete acelerar recursos para prevenção e combate a incêndios florestais →
Em pacotão de medidas ambientais, Lula cria e amplia parques nacionais
Governo assinou conjunto de decretos ambientais que foram desde unidades de conservação, à regulamentação de mecanismos financeiros e política de restauração na Caatinga →
Não há mais retorno, mas como seguimos em frente?
Embora os recifes localizados dentro dessas áreas protegidas não estejam imunes ao aquecimento dos oceanos, há evidências de que a mortalidade tende a ser menor em regiões bem conservadas →
