Pesquisadores de três universidades inglesas – entre elas University of Bath e West of England – estão trabalhando em um projeto de 1,4 milhão de dólares que tem o objetivo de criar meios para transformar diretamente o CO2 da atmosfera em combustível. O projeto visa desenvolver materiais porosos capazes de absorver o gás e convertê-lo em produtos químicos que podem ser usados na produção de combustível para automóveis ou plásticos. A idéia dos pesquisadores é que esses materiais porosos sejam colocados estrategicamente na chaminé das fábricas, para já absorver o CO2 direto de sua fonte. Atualmente, os sistemas de captura de CO2 são pouco eficientes e não estão disponíveis em grande escala. O projeto ainda está em sua fase inicial, mas os pesquisadores esperam resultados para os próximos anos.
Atalho:
– University of West England
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
À espera de um filhote de harpia
Saga de sete dias para capturar o filhote na Mata Atlântica baiana permite instalação de transmissor que ajudará a coletar dados inéditos sobre a espécie →
O que a invasão dos javalis nos ensina sobre o princípio da precaução
Quando os princípios ambientais recomendam cautela, avaliação prévia dos riscos e mais estudos, muitos provavelmente enxergam tais exigências como entraves burocráticos ao desenvolvimento →
BR-163 acelera exportações de soja, aumenta emissões de poluentes e aquece esquemas do mercado de carbono
Da história da construção da rodovia aos impactos atuais dos caminhões na saúde respiratória, as emissões movimentam a compra e venda de créditos de carbono “opacos” entre os estados do MT e PA →
