![]() |
No meio do caminho, destoando da paisagem, ora aqui ora acolá, vi garrafas pet, bitucas de cigarro, tampas de recipientes e sacos plásticos. No local existem apenas três lixeiras que enchem até a boca pelo menos três vezes por dia. Nesta época do ano, a visitação diária das dunas chega a 500 pessoas.
Valcir Correia, da Associação de Proteção e Preservação das Dunas, também faz parte da cooperativa que promove o sandboard. “Todos os dias a gente limpa aqui”, conta. De fato, felizmente há pouco lixo nas dunas – embora a aparência de limpeza possa ser enganosa, já que a areia movida pelo vento pode enterrar os detritos.
No mínimo, deveriam existir mais lixeiras nas dunas da Joaquina.
Leia também:
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Entre o fim de um mundo e a urgência de outro: a batalha pela nossa imaginação
Somos tão bombardeados por distrações que é mais fácil vislumbrar o fim do Planeta do que do uso dos combustíveis fósseis →
Assassinatos dobram e Amazônia concentra violência no campo, aponta relatório da CPT
Violências por terra representam a maioria dos registros de ocorrências no último ano; País teve 1.593 conflitos por terra, água e trabalho no ano passado →
Merenda escolar amazônica garante renda em município mais desmatado do Brasil
Experiência em Altamira (PA) mostra como a alimentação escolar pode integrar segurança alimentar, adaptação climática e desenvolvimento regional na Amazônia →
















