Os dois órgãos insistem em fazer uma vistoria para ver se a área é ou não produtiva e decidir pela sua eventual desapropriação. É sinal de que estão afim de atropelar a lei. A Jutaituba, que pertence ao Grupo Martins, é produtiva. Nela se pratica a pecuária e o manejo florestal, que tem o selo de aprovação do Ibama. A fazenda é das poucas no Pará com título de propriedade considerado à prova de qualquer contestação judicial. Mas nada disso parece diminuir o ânimo da turma que cuida de questões fundiárias para o governo federal de instalar lá um assentamento. Azar dos donos da Jutaituba – e do mato.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Tuberculose mata três macacos no Cetas-RJ; centro está em quarentena
Confirmação da doença que levou a óbito macacos-pregos no Cetas de Seropédica leva Ibama a estender suspensão no recebimento de novos animais →
PL que retarda ação de órgãos ambientais por dois anos tem urgência aprovada
Proposta de deputado do PL prevê que órgãos ambientais aguardem dois anos para aplicar medidas como embargos e apreensões em propriedades de até 560 hectares →
Enchentes do Rio Grande do Sul fundamentam novo conceito para identificar áreas de risco
Chamada de Zona de Arraste, nova classificação nomearia fenômeno onde a força da natureza transforma uma inundação em um fenômeno de alta capacidade destrutiva →
