Os dois órgãos insistem em fazer uma vistoria para ver se a área é ou não produtiva e decidir pela sua eventual desapropriação. É sinal de que estão afim de atropelar a lei. A Jutaituba, que pertence ao Grupo Martins, é produtiva. Nela se pratica a pecuária e o manejo florestal, que tem o selo de aprovação do Ibama. A fazenda é das poucas no Pará com título de propriedade considerado à prova de qualquer contestação judicial. Mas nada disso parece diminuir o ânimo da turma que cuida de questões fundiárias para o governo federal de instalar lá um assentamento. Azar dos donos da Jutaituba – e do mato.
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