Os dois órgãos insistem em fazer uma vistoria para ver se a área é ou não produtiva e decidir pela sua eventual desapropriação. É sinal de que estão afim de atropelar a lei. A Jutaituba, que pertence ao Grupo Martins, é produtiva. Nela se pratica a pecuária e o manejo florestal, que tem o selo de aprovação do Ibama. A fazenda é das poucas no Pará com título de propriedade considerado à prova de qualquer contestação judicial. Mas nada disso parece diminuir o ânimo da turma que cuida de questões fundiárias para o governo federal de instalar lá um assentamento. Azar dos donos da Jutaituba – e do mato.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Entrando no Clima #73 – Santa Marta e a força da coalizão
Sem acordo global, Conferência Global para a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis aposta no multilateralismo para tirar o petróleo do centro da economia →
Maior evento de observação de aves do mundo contará com etapa no norte do Paraná
Global Big Day promove a observação de aves como ferramenta para conservação; movimento no Brasil ganha força com o turismo de natureza na região norte do Paraná →
Santa Marta encerra conferência com avanço político e pressão por tratado dos fósseis
Sem acordos vinculantes, conferência articula coalizão internacional e pressiona por saída dos combustíveis fósseis →
