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Das 9h as 16h30 (horário local), praticamente sem interrupções, a população assistiu e questionou o estudo de impacto ambiental apresentado por Furnas e Odebrecht numa escola municipal do distrito, que tem nove mil habitantes e será parcialmente alagado pela usina de Santo Antônio, se ela sair do papel. A maior parte das 50 intervenções referiam-se aos impactos sociais e a garantias de que as pessoas serão indenizadas e remanejadas devidamente. Elas, é claro, demonstraram bastante preocupação em relação a emprego e infra-estrutura na região do vale do Madeira – que, até agora, só viu surtos de crescimento econômico por causa do garimpo, da pesca e, mais recentemente, da extração de madeira. Discussão sobre meio ambiente mesmo não emplacou.

Redação ((o))eco ·
11 de novembro de 2006 · 19 anos atrás

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