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Destruição acelerada

Carlos Nobre e Phillip Fearnside foram enfáticos ao afirmarem que todos os modelos que indicam savanização de cerca de 18% da Amazônia até 2100 – inclusive o mais extremo que aponta 100% de devastação nesse período -- , só levam em consideração efeitos das mudanças climáticas. Ou seja: a contribuição do desmatamento e das queimadas estão fora dessa conta, o que, nas palavras deles, pode acelerar de forma muito mais radical o processo de destruição da Amazônia.

Redação ((o))eco ·
10 de abril de 2007 · 19 anos atrás

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