Pendurada em paredes de cor vinho desbotado, está a memória de um Rio naturalmente bonito que desapareceu. O tom escolhido como pano de fundo parece ser uma homenagem à imponência perdida.
Na próxima sala, mais sinais de uma cidade que padeceu diante da febre de urbanização.
Uma espécie de protesto contra a forma como a beleza primária da cidade foi enfeada pela estética do moderno.
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