O ministro do meio ambiente da Indonésia, Gusti Muhammad Hatta, disse nesta terça que precisa de mais dinheiro internacional para frear o desmatamento ilegal e as conseqüentes emissões de gases de efeito estufa em seu país, que é o terceiro maior emissor do planeta. Diferente do Brasil, que afirma ter condições próprias para reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020, a Indonésia abriu o jogo e disse que sem ajuda internacional nada feito e que a conferência do clima em Copenhague vai fracassar com o baixo grau de comprometimento dos países desenvolvidos, demonstrado até agora. Segundo o presidente Susilo Bambang Yudhoyono, se houver transferência de tecnologia, a Indonésia poderá cortar suas emissões entre 26% e 41% até 2020.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Na Amazônia, zonas eleitorais com mais evangélicos e brancos tendem a votar em candidatos contra o clima
Análise exclusiva da InfoAmazonia cruza dados eleitorais e demográficos e identifica associação entre composição racial e religiosa das zonas eleitorais amazônicas e a queda no alinhamento à pauta climática →
Duas cartas e uma conta que não fecha
No primeiro semestre deste ano, foram publicados dois importantes estudos relativos à conservação no Brasil e realizados dois fóruns igualmente importantes →
91% dos brasileiros consideram importante que candidatos apresentem propostas climáticas
Pesquisa Ipsos encomendada pelo Observatório do Clima ouviu 1.800 pessoas e mostra que 62% consideram o tema muito importante; Veja Levantamento →
