Nesta quinta, o governo chinês foi explícito ao afirmar que por enquanto não tem intenções de limitar as emissões de gás carbônico de sua economia. O país é o maior emissor do mundo, e os Estados Unidos ficam em segundo lugar. O próprio negociador chinês que representou o país em Copenhague, Su Wei, disse agora que as emissões precisariam crescer porque a China ainda está se desenvolvendo e só tentou amenizar o tom quando disse que o país está comprometido em ter uma economia mais eficiente em termos energéticos.
Apesar do anúncio feito ano passado, de que até 2020 a China iria cortar de 40 a 45% das suas emissões com base nos níveis de 2005, o governo deixou claro que não se trata de uma obrigação por enquanto, e que isso será atingido no final da década. Esse posicionamento veio um dia depois que o presidente Hu Jintao afirmou que reconhecia a importância, a urgência e a dificuldade de lidar com as mudanças climáticas. Bem se vê.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Onça-pintada que apareceu na zona urbana de Foz é capturada em segurança
Burburinho gerado pela aparição do felino em bairro residencial é aumentado pela disseminação de imagens falsas produzidas por IA em portais de notícias locais →
Implantação do Corredor Azul, no Rio de Janeiro, começa com duas novas UCs
Prefeito carioca assinou neste domingo (28) decreto que cria Refúgio de Vida Silvestre das Florestas de Jacarepaguá e a APA das Lagoas de Jacarepaguá para conectar Pedra Branca e Floresta da Tijuca →
Calor extremo: o alerta da Europa e os riscos no Brasil
Diferentemente de enchentes, as ondas de calor nem sempre produzem imagens imediatas de destruição. Seus efeitos aparecem nos prontos-socorros, nas residências superaquecidas →

