A Organização das Nações Unidas divulgou nesta sexta-feira que na semana que vem será formado um grupo independente de cientistas para revisar o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), que já é formado por centenas de pesquisadores do mundo inteiro. A medida é uma resposta às acusações de falhas no último relatório do IPCC, de 2007, especialmente depois da previsão de que as geleiras do Himalaia iriam derreter completamente até 2035. O esforço da ONU é de tentar garantir informações claras e jamais levantar dúvidas sobre a certeza de que as mudanças climáticas ameaçam a sobrevivência da humanidade, por causa das emissões de gases de efeito estufa provocadas pelo homem.
Os relatórios do IPCC são as maiores referências científicas mundiais sobre mudanças climáticas. O de 2007, por exemplo, cita mais de dez mil artigos de pesquisadores e tem mais de três mil páginas.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Vitória de Lula é celebrada por organizações socioambientais
Combate ao desmatamento e à crise climática embalam posicionamento de organizações que celebraram a reeleição do presidente, e derrota de Flávio Bolsonaro →
Holanda anuncia aporte de até US$ 500 milhões para fundo de proteção de florestas tropicais
Investimento no TFFF foi anunciado um dia após a reeleição de Lula e eleva a US$ 7,8 bilhões as contribuições públicas prometidas ao mecanismo →
Quando o Sol ultrapassa os fósseis: o Brasil desenha um novo horizonte energético
Emissões de energia estáveis, geração solar empatando com as fósseis e biocombustíveis protagonistas em 2025 →
