James Johnson é o presidente do diretório da Fundação Amigos da Natureza (FAN), instituição boliviana membro da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG), que apresentou na semana passada o Atlas Amazônia Sob Pressão, com informações e análise das ameaças que afetam a floresta tropical sul-americana.
Há 26 anos o britânico Johnson vive na Bolívia. Nesta conversa com a equipe de ((o))eco, James afirma que com o Atlas, os especialistas que elaboraram o estudo querem “evidenciar e visualizar as consequências das políticas públicas que representam ameaças ao meio ambiente e quais são as políticas públicas que poderiam favorecer processos de conservação e de desenvolvimento sustentável”.
Atualmente na Bolívia é discutida a formulação de politicas públicas focadas em promover à conservação do meio ambiente. No entanto, James afirma que “paralelamente existem atores e setores que desenham políticas públicas que promovem modelos de desenvolvimento tradicionais que representam ameaças ao meio ambiente”. Dai a importância dos resultados apresentados no Atlas, com especificações de cada país.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Pesquisa revela bactéria de mamíferos em piolho de ave marinha
Achado inédito em ave migratória sugere novas rotas de circulação de patógenos entre oceanos e amplia lacunas sobre a ecologia de bactérias associadas a mamíferos →
Inscrições abertas para mestrado em Desenvolvimento Sustentável na UFRRJ
As inscrições para o Mestrado Profissional estão abertas e vão até o dia 24 de abril. Serão disponibilizadas 20 vagas e as aulas serão presenciais no Rio →
Qualidade da água na Mata Atlântica estagna e pontos com nível “bom” despencam
Relatório da SOS Mata Atlântica mostra piora discreta, mas persistente, nas águas do bioma. Também averiguou que nenhum rio apresentou qualidade ótima em 2025 →


