As conclusões do pesquisador foram obtidas com a ajuda de onze sismógrafos, aparelhos que medem tremores de terra, e aplicativos especiais de computador. Depois, vibrações provocadas por pequenos golpes de martelo foram captadas pelos aparelhos e revelaram a saúde da árvore.
Após as análises, o Inpa estuda alternativas de engenharia e biológicas para tentar salvar o espécime. “A meta é fazer um equilíbrio entre as formas possíveis de melhorar as condições físicas e a estrutura da tanimbuca como um todo”, explicou o coordenador de Ações Estratégicas do órgão, Estevão Monteiro de Paula.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
As árvores não falham. As cidades, sim
Em um clima cada vez mais extremo, o risco não está nas árvores, mas em décadas de planejamento inadequado, manejo deficiente e negligência com a arborização urbana →
Ex-ministra da Agricultura de Bolsonaro pode ser vice de Flávio
Senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou, em nota, que discutiu a possibilidade de compor a chapa com o filho do ex-presidente, mas que decisão ainda precisa passar pelo partido →
A volta dos muriquis às matas de Ibitipoca, em Minas Gerais
Reintrodução de três muriquis-do-norte foi feita nesta quarta-feira e marca o retorno do primata à floresta de onde espécie foi localmente extinta há décadas →

