
Registros em julho passado de menos de 20 aves no lago, incluindo apenas seis fêmeas, levaram a uma operação de emergência conduzida pelo Wildfowl and Wetlands Trust, Durrell Wildlife Conservation Trust e Peregrine Fund, com apoio do governo de Madagascar. O time coletou ovos em três ninhos, que produziram 24 filhotes, que formarão o núcleo de uma população cativa, além de mais que duplicar a população do marreco. Em paralelo, está sendo conduzido um projeto para tentar garantir a sobrevivência da espécie em seu habitat.
Já o pato mais ameaçado das Américas é o pato-mergulhão (Mergus octosetaceus), que tem o azar de só existir em um Brasil onde querem transformar os poucos rios onde ele vive em reservatórios de hidrelétricas. Pelo sim, pelo não, deveriam chamar o time que ajuda o marreco de Madagascar para ajudar a estabelecer uma população cativa da espécie brasileira.
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