Salada Verde

Cavernão nordestino

Cavidade em município do Rio Grande do Norte é reconhecida como a maior formação desse tipo no estado e uma das maiores do país.

Salada Verde ·
20 de novembro de 2009 · 12 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente
Foto: Jocy Cruz
Foto: Jocy Cruz

O estado tem 323 cavernas cadastradas pelo Cecav/ICMBio, em média com trezentos metros. O tamnho de Trapiá é mais de três vezes superior ao da segunda no ranking estadual, com 730 metros, e ultrapassa o de uma das maiores grutas do Nordeste, a Ubajara, no Parque Nacional de Ubajara (CE), com 2.200 metros.

Segundo pesquisadores da Universidade de São Paulo, a caverna descoberta em 2003 é a maior do Brasil em rochas formadas entre 144 e 65 milhões de anos atrás. Em seu interior há grande quantidade de fósseis de animais pré-históricos, como preguiças gigantes. A exploração também revelou “espeleotemas” incomuns, como helictites, velas e as primeiras flores de gipsita em cavernas do Rio Grande do Norte.

A quase quatrocentos quilômetros de Natal, a caverna fica em uma área com baixa ocupação humana e praticamente sem atividades produtivas. Por enquanto, não há ameaças, diz o governo.

Leia também

Notícias
8 de dezembro de 2021

Prefeitos definirão a faixa de proteção das matas ciliares nas cidades

Câmara rejeita mudanças vindas do Senado e conclui votação do Projeto de Lei que flexibiliza faixas de áreas de proteção permanente nas áreas urbanas

Reportagens
8 de dezembro de 2021

Governo tenta incluir garimpeiros e pecuaristas na lista de comunidades tradicionais

Proposta foi feita por secretaria ligada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, pasta comandada por Damares Alves

Reportagens
8 de dezembro de 2021

Ribeirinhos convertem-se ao ouro e desafiam contaminação por mercúrio no rio Madeira

Estimulados pelo alto lucro e desamparados de políticas que fortaleçam um modo de vida tradicional, ribeirinhos são empurrados para o garimpo; juntos, constroem pequenas balsas de até R$ 50 mil para extrair "fagulhas de ouro" do fundo do rio

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta