O registro fóssil sugere que mamutes e cavalos desapareceram do Alasca e regiões próximas entre 15 e 13 mil anos atrás. No entanto, novas técnicas utilizadas por um grupo de cientistas dinamarqueses, britânicos, canadenses, americanos e suecos, que recuperaram o DNA armazenado no solo congelado do Alasca, mostra que aquelas espécies estavam presentes pelo menos até 10.500 anos atrás naquela região. A descoberta contradiz modelos de extinção rápida causada por impactos de cometas ou mudanças climáticas. O trabalho foi publicaldo no Proceedings of the National Academy of Sciences.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Brasil tem mais de 3,7 mil plantas ameaçadas de extinção
Lista atualizada pelo Ministério do Meio Ambiente alerta para aumento do grau de ameaça do pau-brasil e para possível extinção de duas plantas da Mata Atlântica →
Proteger a biodiversidade exige conectar territórios
Brasil levou a COP 17 da Biodiversidade proposta que reforça necessidade de investir em corredores de biodiversidade e redes ecológicas que não se limitem às áreas protegidas →
MMA abre inscrições para sete vagas da sociedade civil na Comissão Nacional de Biodiversidade
Organizações ambientalistas podem se inscrever até 8 de novembro para participar da eleição de representantes no colegiado durante o biênio 2027–2028 →
