O registro fóssil sugere que mamutes e cavalos desapareceram do Alasca e regiões próximas entre 15 e 13 mil anos atrás. No entanto, novas técnicas utilizadas por um grupo de cientistas dinamarqueses, britânicos, canadenses, americanos e suecos, que recuperaram o DNA armazenado no solo congelado do Alasca, mostra que aquelas espécies estavam presentes pelo menos até 10.500 anos atrás naquela região. A descoberta contradiz modelos de extinção rápida causada por impactos de cometas ou mudanças climáticas. O trabalho foi publicaldo no Proceedings of the National Academy of Sciences.
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