
Para levantar as informações, entrevistou 116 desses tradicionais habitantes da Mata Atlântica litorânea, no caso no Sudeste, para registrar os hábitos de caça e os usos dos animais. Ao todo, ela verificou que os recursos naturais aproveitados pelos caiçaras ultrapassam 300 espécies de plantas e animais. No relato, por exemplo, o caramujo-do-mato é tostado, triturado e servido para depurar o sangue. Segundo a pesquisadora, a abertura de estradas, o uso de barcos motorizados e as restrições da lei tornam a caça uma atividade cada vez mais esporádica.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A Era do Fogo: o alerta que vem da França
Os incêndios franceses demonstram que capacidade técnica e econômica, embora indispensáveis, não garantem proteção quando os ecossistemas perdem resiliência →
As árvores não falham. As cidades, sim
Em um clima cada vez mais extremo, o risco não está nas árvores, mas em décadas de planejamento inadequado, manejo deficiente e negligência com a arborização urbana →
Ex-ministra da Agricultura de Bolsonaro pode ser vice de Flávio
Senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou, em nota, que discutiu a possibilidade de compor a chapa com o filho do ex-presidente, mas que decisão ainda precisa passar pelo partido →
