O presidente do ICMBio, Rômulo Mello, confirmou, na última sexta-feira (16), que o Refúgio da Vida Silvestre de Alcatrazes terá gestão integrada com a Estação Ecológica (Esec) de Tupinambás, localizada na mesma região, e ainda será permitida a visitação pública e atividades turísticas. No dia 02 de agosto, o presidente Michel Temer assinou o decreto de criação do Refúgio da Vida Silvestre Arquipélago de Alcatrazes, no santuário marinho localizado no litoral norte de São Paulo. Com 67 mil hectares, a unidade de conservação nasceu como resultado de um clamor da sociedade civil que desejava que fosse criada uma área de conservação, na ocasião, um Parque Nacional, onde a visitação é obrigatória. Criado como Refúgio, decreto publicado deixou claro que a visitação seria permitida, mas que as regras seriam definidas pelo Plano de Manejo da unidade, realizado pelo ICMBio, responsável pela administração das Unidades de Conservação federais.
*Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério do Meio Ambiente.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Finalmente governo decreta criação do Refúgio de Vida Silvestre de Alcatrazes
Após quase três décadas de luta pela proteção da área usada como base de tiro da Marinha, unidade de conservação é criada no local. O Refúgio tem 67 mil hectares. →
Quem são os atingidos por desastres?
Há mais de dez anos desde o rompimento da barragem em Mariana, em Minas Gerais (MG), faltam informações e sobram consequências →
Nascimento de filhote de harpia em reserva da Bahia é comemorado pela Ciência
Desde 2018 não eram registrados nascimentos na unidade. Filhote ativo no Corredor Central da Mata Atlântica é passo importante para evitar extinção →

Só faltava não ser "integrada"…as duas UCs são vizinhas! Aliás, porque não fazer uma só, diminuindo a confusão, tanto pra quem faz a gestão como para o público em geral? Ora, porque no Brasil, vale a teoria do "Pra que simplificar se podemos complicar!". Pior que vai aparecer algum "entendido" aqui justificando com motivos históricos todo o processo (vulgo "lenga-lenga") de criação que foi resultado de muita discussão, que foi negociado com todos setores, mi-mi-mi…mas nada disso justifica. Aliás, pior são aquelas duas FLONAS no Acre (Macauã e S.Francisco), vizinhas…deviam ser uma só! Tem tb no RS, dois PARNAs…ai ai ai
Vai ser como no PARNAMAR Abrolhos, com agências permitidas pra levar os mergulhadores? Obrigado
Depende Juliana, se a "gestão" gostar de vc pode ser que consiga.