Vídeos

Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, triunfo de conservação

O Cerrado é maltratado, perdeu metade de sua área original. Mas esse conjunto de 2 milhões de hectares protegidos é razão para esperança.

Redação ((o))eco ·
11 de setembro de 2012 · 14 anos atrás

Hoje, 11 de setembro, é o dia nacional do Cerrado. Há poucas razões para comemorar, pois trata-se de um dos biomas mais maltratados do Brasil. Ele já perdeu metade de sua área original e, hoje, é o que mais sofre com o desmatamento.

Mas o vídeo abaixo sobre o Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu dá razões para esperança e motivação para não desistir do Cerrado. Esse conjunto de áreas protegidas públicas e privadas cobre uma área de 2 milhões de hectares, distribuídos ao longo de 11 municípios do norte de Minas Gerais.

Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



Dentro dele, está o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, cujo nome homenageia Guimarães Rosa, que se inspirou na região para compor sua maior obra.

“O Cerrado é a savana mais rica em vida do planeta e é reconhecido como a ‘caixa d´água do Brasil’, pois nele nascem águas que abastecem as principais bacias hidrográficas do país”, escreve a equipe da WWF-Brasil, que junto com Raiz Savaget Comunicação, produziu o vídeo.

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
4 de setembro de 2026

A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade

O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança

Reportagens
4 de setembro de 2026

Estudo revela  impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista

O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano

Colunas
4 de setembro de 2026

Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir

Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.