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Cadê os estudos?

Conforme ambientalistas ouvidos pel´O Eco, esses estudos já deveriam estar prontos há 2 anos, como pedia o decreto anterior. Além disso, o novo texto bateria de frente com o Código Estadual de Meio Ambiente, que joga aos órgãos públicos o dever de “identificar e monitorar a fauna silvestre, espécies raras ou endêmicas e ameaçadas de extinção, objetivando sua proteção e perpetuação”. Contrariaria também o tão falado Princípio da Precaução (Rio92), que deveria valer para perigos ainda não identificados na área ambiental.

Redação ((o))eco ·
20 de fevereiro de 2008 · 19 anos atrás

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