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Tchau, Pampa

Para o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Paulo Brack, a medida aprovada pelo governo gaúcho dá margem à tomada de imensas regiões da Metade Sul daquele estado por lavouras de monoculturas exóticas. Segundo ele, evitar plantios contínuos, definir um tamanho máximo para as lavouras e um espaçamento entre elas era fundamental para a preservação da paisagem do Pampa. “O governo privilegia só a segurança dos empreendedores, não do meio ambiente. A Fepam tornou-se um balcão de licenciamento”, diz o ambientalista e membro do Ingá – Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais.

Redação ((o))eco ·
10 de abril de 2008 · 18 anos atrás

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