Notícias

Adaptação

O The Wall Street Journal publicou na edição de quarta-feira uma excelente reportagem sobre água, tendo como mote a seca dramática por que passa a Austrália. A produção de algodão próxima da cidadezinha de Wee Waa, no leste do continente, já fez com que o país fosse o terceiro maior exportador mundial do produto. Agora, ele é o sexto. Esta é considerada a maior seca de todos os tempos, e mesmo assim fazendeiros tem posto no governo a culpa do problema (e olha que os líderes australianos gasta há décadas rios de dinheiro para construir sistemas de reservatórios d'água que agora pouco têm adiantado). Para o jornal, o caso ilustra bem um problema que começa a afligir também outros países, mais populosos: como sobreviver com menos água. A China (com tentativas de salvar o sofrido rio Amarelo) é um bom exemplo.

Redação ((o))eco ·
12 de julho de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Reportagens
28 de agosto de 2026

Paulo Artaxo explica o El Niño no Brasil em entrevista ao Vozes do Planeta

Fenômeno deve ganhar força até outubro e expõe vulnerabilidade do agronegócio e da infraestrutura urbana, afirma o climatologista da USP no novo episódio do podcast

Análises
28 de agosto de 2026

Soluções Baseadas na Natureza transformam as cidades

Construir cidades com a natureza significa superar a falsa oposição entre desenvolvimento urbano e conservação da natureza

Notícias
27 de agosto de 2026

Desmatamento na Amazônia chega ao menor patamar desde 2013

Terras Indígenas são as áreas menos desmatadas, com o equivalente a somente 1,7% do total derrubado na região; quase 60% das TIs tiveram desmatamento zero

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.