Vá lá, não chega a ser o fim do mundo. A Calycophyllum spruceanum renova sua casca todo ano e com isso se livra dos grafites que brotam como frutas da temporada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro logo que a Aléia dos Paus-Mulatos atinge, no inverno, sua melhor forma. Tem gente que vai ao Jardim Botânico só para ver os troncos lisos, com mais de 20 metros de altura, tingirem-se de cobre. E há quem vá só para estragá-los. Marcos Sá Corrêa fez esta fotografia na sexta-feira, dia 15, com uma câmera Canon Powershot S60, ISO 50 e esse acessório indispensável que é a indignação.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A nova fronteira do crime organizado está na Amazônia
Estudo revela que atividades ilegais e facções impulsionaram quase 19 mil homicídios, reposicionando a violência no interior do Brasil →
Pressão minerária cerca terras indígenas em Mato Grosso e acende alerta
Estudo aponta avanço de processos no entorno de Terras Indígenas, riscos a povos isolados e fragilidades no licenciamento →
De saída no MMA, Marina faz balanço dos últimos 3 anos e ‘passa’ o bastão para Capobianco
Ministra destaca queda do desmatamento, reconstrução institucional e aposta na continuidade da agenda ambiental sob comando do ex-secretário executivo →
