Na realidade, Al Gore foi mais longe em suas recomendações para os negociadores. Em vez de esperarem pela implementação de novas medidas só em 2013, após o termino da primeira fase do protocolo, o Nobel da Paz sugeriu (com toda a dramaticidade que o caracteriza) que as novas metas de redução de gases de efeito estufa entrem em vigor já em 2010. É uma proposta bastante ousada para a diplomacia do clima, que caminha a passos de tartaruga. Mas nas palavras de Gore, o aquecimento não deve ser tratado como um problema político, mas sim moral. “A vontade política é um recurso renovável”, concluiu.
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