O município amazônico que em 2007 declarou estado de emergência por causa da seca, este ano pede ajuda ao governo federal porque não aguenta mais as chuvas. Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso, há tempos vive sem a imensidão de florestas. O processo de colonização arrasou solos, contaminou rios, derrubou as árvores e deixou a população à mercê de cada vez mais intensas e extremas intempéries, a exemplo de dezenas de outras cidades na região. A administração muncipal quer auxílio para tornar as estradas trafegáveis, reestabelecer comunicação e recuperar parte da cidade, que ficou inundada.
Leia mais:
Aqui se faz, aqui se paga
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A palavra que derruba a floresta
Na Amazônia, o discurso político pode estimular o desmatamento mesmo quando não há mudanças formais na legislação ou na fiscalização →
Justiça suspende licenças e paralisa obras do complexo Maraey, em Maricá
Decisão atende a pedido do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do MP do Estado do Rio de Janeiro e aponta risco de danos irreversíveis à fauna e à flora da área protegida →
Pará’s Pecuária Sustentável program flirts with failure after deadline pushed back to 2030
A first in the country, the program proposing individual social and environmental monitoring of cattle has produced modest results and raised doubts about its viability. →


