De Ivan Quadros
Caro Rafael
Aqui na orla da praia, contente do mar (do Litoral Norte paulista), só que não “mudo”, como escreveu Fernando Pessoa, tenho me debatido no supermercado sobre as tais sacolinhas. Eu sempre solicito caixas de papelão, onde coloco e transporto para casa os produtos que comprei. Depois de descarregar, mando as caixas para a cooperativa de recicláveis, através do caminhão da prefeitura. Na padaria, a mesma coisa, recuso terminantemente as sacolinhas. O saquinho de papel basta.
A respeito do seu artigo, gostaria de observar, com base no que tenho lido nos últimos tempos, que as sacolas biodegradáveis foram proibidas pelo governador Serra e não pelo prefeito Serra, como você escreveu. O prefeito Kassab seguiu o exemplo do governador Serra e também vetou no âmbito municipal. Clamo que me corrija se eu estiver errado.
Outra coisa, agora referente ao idioma. Por que titular a matéria com termo em Inglês? Até porque “Questão de Tempo” é tão coloquial entre nós brasileiros. Valorize a nossa Língua, que (de volta ao poeta Pessoa), é a nossa Pátria. Aliás, no texto a palavra “timing” está sem o itálico.
Por fim, parabéns pelo pai que tem.
Seja em paz, baita abraço
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