De J. Novais
Diretor Presidente – Instituto Cerrado De Conservação e Pesquisa
Saudações prezado Gustavo, gostaria de comentar o artigo publicado no Eco, sobre o texto publicado na revista Science. Não me surpreenderia que os representantes das maiores Bingos do mundo rebatessem as posições dos diversos representantes das ONG’s que questionam a conduta tomada por eles em favor do meio ambiente, eu diria que as máscaras são muitas e que a idéia de ostentação, status e ambição que as Bingos tomam são contraditórias. Atualmente os recursos movimentados pelas ONG’s internacionais são investidos em um jogo de interesse e de egoísmo enorme, tanto que não se conhecem pessoas que tenha participado das tomadas de decisões da WWF por ter se filiado à instituição.
Hoje as instituições como a nossa em Brasília, passa por atribulações diversas e não tem recebido apoio de nenhuma das ONG’s que se dizem possuidoras de ideologias e coisas mais sobre meio ambiente. Eu tenho a impressão da falta de fraternidade ambiental, alavancar as instituições locais é de fundamental importância para distribuir e ampliar a conservação do meio ambiente, acredito que toque na feriada orgulhosa e egoíca dos grandes empresários barulhentos que devem comandar as grandes ONG’s pois essa relação atual me lembra uma disputa de mercado, já que as ONG’s menores quando favorecidas podem “tomar”(sob o ponto de vista deles) espaço nas licitações, nos privilégios e nas facilidades que estas instituições dotadas de dólares possuem.
É isso!
Abraços e parabens pelo artigo!
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