De José Marques Porto Parabéns ao Rodrigo e ao O Eco por mais uma denúncia do que está acontecendo no Rio Grande do Sul . O que não entendo é o tratamento não isonômico em relação ao Espírito Santo e ao sul da Bahia, onde começou toda a tragédia de com recursos públicos a União via BNDES financiar a substituição da Mata Atlântica pelos eucaliptais. O que gaúchos, mineiros, cariocas estão conhecendo agora vivenciamos há 40 anos. Aqui o Governo do Estado há muito é sócio, parceiro desse tipo de capitalismo que privatiza lucros e recursos naturais (terras e água) e socializa degradação ambiental, miséria e violência. Pior, ao financiarem as campanhas eleitorais pautam os governos de seus aliados.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Unidades de conservação estocam 33 anos de emissões nacionais
Levantamento mostra que áreas protegidas concentram 19,4 gigatoneladas de carbono; “Congresso pode se tornar maior fonte de emissões”, diz especialista →
Justiça determina que gestão de pesquisa em SP não cabe à Fundação Florestal
Sentença aponta que gestão de pesquisas e áreas de experimentação científica deve ser responsabilidade de uma instituição dedicada à ciência, como o Instituto de Pesquisas Ambientais →
A Amazônia não cabe na mesma linha de crédito
Na floresta, o dinheiro pode financiar mais produtividade ou mais desmatamento. Um novo estudo mostra como isso depende do território, da governança e das regras de acesso →
