A Responsabilidade Social Corporativa (RSC) já virou uma obrigação para empresas que zelam pela sua imagem. Hoje é praticamente impossível achar algum website corporativo que não dedique páginas e páginas às bondades praticadas pela própria empresa e por seus funcionários. A questão é saber até onde vai essa disposição de ajudar ao próximo. É puro assistencialismo, para comprar um pouquinho de consciência limpa? Ou será que o programa de RSC vai além do mero simbolismo, procurando mudar as condições que geraram a pobreza e os danos ao meio ambiente?

* O colunista João Teixeira da Costa viajou aos centros de pesquisa da Braskem a convite da empresa.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A soberania é decidir o que você coloca no prato
Fortalecer sistemas alimentares locais pode ser um dos caminhos mais concretos para promover saúde, autonomia e equilíbrio social no Brasil →
O dia em que a ciência lotou um teatro
Lançamento de um painel científico global que contará com mais de 400 pesquisadores para acelerar saída dos combustíveis fósseis teve risos, aplausos e plateia atenta →
Clima avança no papel, mas estados falham na execução, aponta estudo
Anuário mostra que, apesar de progressos, desigualdades entre estados, gargalos institucionais e falta de adaptação ampliam riscos e prejuízos diante de eventos extremos →
