A Responsabilidade Social Corporativa (RSC) já virou uma obrigação para empresas que zelam pela sua imagem. Hoje é praticamente impossível achar algum website corporativo que não dedique páginas e páginas às bondades praticadas pela própria empresa e por seus funcionários. A questão é saber até onde vai essa disposição de ajudar ao próximo. É puro assistencialismo, para comprar um pouquinho de consciência limpa? Ou será que o programa de RSC vai além do mero simbolismo, procurando mudar as condições que geraram a pobreza e os danos ao meio ambiente?

* O colunista João Teixeira da Costa viajou aos centros de pesquisa da Braskem a convite da empresa.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Implantação do Corredor Azul, no Rio de Janeiro, começa com duas novas UCs
Prefeito carioca assinou neste domingo (28) decreto que cria Refúgio de Vida Silvestre das Florestas de Jacarepaguá e a APA das Lagoas de Jacarepaguá para conectar Pedra Branca e Floresta da Tijuca →
Calor extremo: o alerta da Europa e os riscos no Brasil
Diferentemente de enchentes, as ondas de calor nem sempre produzem imagens imediatas de destruição. Seus efeitos aparecem nos prontos-socorros, nas residências superaquecidas →
Em Parintins, ecobags pintadas à mão transformam a biodiversidade amazônica em arte
Artista utiliza ecobags como suporte para retratar a biodiversidade amazônica e ampliar o alcance da arte produzida na região →
