![]() |
Poconé é uma cidade mato-grossense de 30 mil habitantes considerada porta de entrada do Pantanal. Nos anos 80 a cidade chegou a abrigar 10 mil garimpeiros que se utilizavam principalmente do mercúrio para identificar o ouro. Nesta foto de 2007 é possível ver que a vegetação, que já cobre mais da metade dos garimpos abandonados, sugere que a natureza esteja se encarregando com sucesso da recuperação dos danos passados. Mas sob as árvores pode haver muito mercúrio, que, em áreas não delimitadas e desprotegidas, corre o risco de ser lembrado quando novos estragos estiverem em curso. Foto: Andreia Fanzeres
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Brasil tem mais de 3,7 mil plantas ameaçadas de extinção
Lista atualizada pelo Ministério do Meio Ambiente alerta para aumento do grau de ameaça do pau-brasil e para possível extinção de duas plantas da Mata Atlântica →
Proteger a biodiversidade exige conectar territórios
Brasil levou a COP 17 da Biodiversidade proposta que reforça necessidade de investir em corredores de biodiversidade e redes ecológicas que não se limitem às áreas protegidas →
MMA abre inscrições para sete vagas da sociedade civil na Comissão Nacional de Biodiversidade
Organizações ambientalistas podem se inscrever até 8 de novembro para participar da eleição de representantes no colegiado durante o biênio 2027–2028 →


