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O Eco+ | Edição #276 | janeiro/2026

O Eco+ | Edição #276 | janeiro/2026

25 de janeiro de 2026

Por causa de boas políticas de vacinação, a transmissão da raiva mudou de perfil e passou a se concentrar mais em animais silvestres. A doença é causada por vírus do gênero Lyssavirus, que afetam mamíferos no mundo todo, incluindo seres humanos. Uma vez no organismo, o vírus leva quase sempre à morte do hospedeiro. O repórter Aldem Bourscheit explica como a transmissão por animais silvestres desafia órgãos de saúde e de conservação.

Alexandre Mansur e Gustavo Nascimento, do O Mundo que Queremos, defendem, em coluna em ((o))eco, uma solução para as áreas degradadas da Amazônia Brasileira, a ideia de “rematamento”: a conversão de áreas degradadas em sistemas produtivos de base florestal, como agroflorestas, cultivos perenes, silvicultura tecnificada e restauração com manejo comercial. “Em vez de expandir a fronteira agrícola, expandimos a atividade econômica dentro do que já foi destruído”, defendem.

O colunista Gualter Santana Pedrini inicia uma série em ((o))eco sobre os parques marinhos brasileiros. E como não poderia deixar de ser, ele inicia a série falando de Abrolhos, na Bahia, a primeira Unidade de Conservação federal marinha do país e um tesouro para a conservação dos oceanos.



Boa leitura!

Redação ((o))eco

· Destaques ·

Raiva transmitida por animais silvestres desafia órgãos de saúde e de conservação

Controle da doença no meio urbano deslocou os maiores riscos para a fauna nativa e exige novas estratégias de prevenção

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Rematamento pode ser a política mais urgente para salvar a Amazônia

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As cores, vidas e luzes de Abrolhos

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· Conservação no Mundo ·

Proteção no fim do mundo. O Chile se prepara para criar um novo parque nacional para proteger sua vida selvagem ameaçada de extinção e seus ecossistemas únicos. O Parque Nacional Cabo Froward abrangerá cerca de 370.000 acres e será localizado na Península de Brunswick, na Patagônia, banhada pelo Estreito de Magalhães e pelo Estreito de Otway, um lugar onde as Américas encontram a Antártica. [New York Post]

Pequeno sobrevivente. No coração dos Andes equatorianos, uma floresta ancestral se ergue como um santuário final contra a invasão da atividade humana. Esta é a Reserva Yanacocha, o último refúgio para o beija-flor-de-peito-preto (Eriocnemis nigrivestis), um minúsculo beija-flor à beira da extinção. Medindo apenas 9 centímetros (3,5 polegadas), esta ave emblemática de Quito é uma das espécies mais ameaçadas do planeta. [AP]

· Dicas Culturais ·

• Para ler •

Diários Yanomami | Instituto Socioambiental

O livro reúne uma coleção de textos produzidos por pesquisadores yanomami, entre 2019 e 2022, sobre os impactos negativos da exploração garimpeira no seu território. São diários, testemunhos e entrevistas, que apresentam uma visão êmica dos efeitos nefastos da invasão ao território yanomami sofrida nos últimos anos, que contribuiu para a produção da crise humanitária amplamente noticiada na mídia.

Loja ISA

• Para ler •

Introdução ao desenvolvimento sustentável | UNB

A obra é um marco do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS), reunindo a expertise de seus docentes e pesquisadores em 23 artigos que mostram a amplitude dos temas e o rigor teórico de seus participantes, tratando de temas como Antropoceno e Desenvolvimento Sustentável, além de análises sobre as bases da ciência da sustentabilidade e os desafios do pós desenvolvimento e estudos específicos sobre energia, cidade, ecologia, mudanças climáticas, educação ambiental, governança e resíduos.

Ebook

 

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O refúgio | Documentário

O documentário revela como a maior comunidade quilombola titulada do Brasil, Cachoeira Porteira – situada no coração da Amazônia paraense – percebe sua relação com o passado, vive seu presente e projeta seu futuro, retratando sua luta contínua para preservar sua identidade. Mostra também as ações do povo para manter a floresta de seu território em pé como forma de resistência, protegendo sua cultura e ancestralidade. Ao longo da narrativa, evidencia a profunda conexão dessa comunidade com a floresta após mais de 400 anos de resistência, enfrentando ameaças como a exploração madeireira, a mineração e o garimpo.

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