A Rio Tinto, uma das maiores mineradoras do mundo, com financiamento e as bençãos do Banco Mundial, breve dará parrtida em projeto de extração de ilmenita que vai ocupar 1000 hectares de floresta tropical costeira em Madagascar. Segundo o Guardian, a empresa e o banco garantem que a extração será feita com o mínimo de impacto possível ao meio ambiente. Os ambientalistas duvidam. Há dez anos, eles lutam contra a sua implantação na ilha, considerada uma jóia rara da biodiversidade mundial. Ela tem 24 famílias de animais que lhe são endêmicas. Não existem em nenhum outro lugar do mundo.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade
O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança →
Estudo revela impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista
O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano →
Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir
Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade →
