A Alemanha, conta o MIT Technology Review, passa por uma experiência nada agradável. Seis pessoas foram intoxicadas por nanopartículas que faziam parte da fórmula de um limpador de vidros. O drama é que apesar do uso cada vez mais intensivo de nanotecnologia (que define a manipulação de partículas para lá de microscópicas) em fórmulas de cosméticos e artigos de limpeza, nunca ninguém os testou para saber se causam problemas em humanos. Uma das razões tem base legal. O uso de nanopartículas não altera a fórmula de um produto, o que a regulamentação sanitária em quase todos os países do mundo considera razão jurídica suficiente para dispensá-lo de qualquer teste de toxicidade.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Caçadores são presos em flagrante no Parque Nacional da Tijuca
Os dois caçadores estavam dentro do parque na noite de quarta com cães de caça e uma paca já abatida. Soma das multas é de R$ 40 mil e pena pode chegar a três anos →
Caminhos do Pampa: uma trilha, múltiplos desafios e possibilidades
No coração do Pampa, no Rio Grande do Sul, a trilha de longo curso surge como ferramenta de conectividade e oportunidade de valorização do bioma e seus atributos ambientais e culturais →
Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo A
Grupo de estreia do mundial conta com México, África do Sul, Tchéquia e Coreia do Sul. Assim como no futebol, a disputa entre estes países está em aberto na Copa das Áreas Protegidas →
