Notícias

Um quarto

As Nações Unidas deram mais uma prova de que o investimento em energias renováveis vale a pena. Após alguns meses de debates, um relatório da ONU afirma que, por volta de 2030, um quarto de toda a eletricidade usada no mundo poderá ser adquirida a partir de fontes limpas. Apesar de que, atualmente, apenas 2% da matriz energética do planeta são de origem renovável, os cálculos apontam que 18% das usinas em construção vão adotar a prática. E o número não é de se espantar, uma vez que trinta e cinco bilhões de euros foram investidos em energia eólica, solar e biocombustíveis no último ano, quase o dobro do anterior. Achim Steiner, diretor-executivo do Pnuma, disse que este incremento também retrata uma profunda mudança ao colocar a tecnologia sustentável como componente fundamental do sistema global energético. A notícia está no The Guardian.

Redação ((o))eco ·
21 de junho de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Reportagens
30 de junho de 2026

“ANTA – o filme” leva às telas o maior mamífero terrestre da América do Sul

Documentário celebra 30 anos da pesquisa liderada por Patrícia Médici, acompanha o trabalho da INCAB na conservação das antas e apresenta a importância da jardineira da floresta

Notícias
30 de junho de 2026

Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo H

Espanha lidera o favoritismo esportivo e na conservação; Arábia Saudita mostrou pouco em campo, mas ficou em segundo lugar quando o assunto é área protegida

Análises
30 de junho de 2026

Coexistência humano-fauna: uma agenda para além da conservação

O futuro da biodiversidade depende menos de separar pessoas e natureza e mais sobre aprender a governar as relações entre elas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.