Notícias

Insegurança

Os álamos do Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, voltaram a prosperar depois que se reintroduziram lobos na área, na década de 90. As árvores, consideradas um símbolo do Oeste do país, andavam meio sumidas devido à proliferação dos alces no parque, que, sem predadores por perto, se sentiam livres para comer toda e qualquer mudinha de álamo que encontravam pelo caminho. Não que o retorno dos lobos tenha diminuido tão rapidamente a população dos alces. É que agora os bichos evitam áreas onde correm maior risco de serem atacados. Com isso, as árvores têm crescido livremente em alguns pedaços do parque. Cientistas chamam isso de “ecologia do medo”. A notícia saiu no jornal The New York Times.

Redação ((o))eco ·
6 de agosto de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
24 de abril de 2026

Estudo revela formas de conservar linhagem única do pau-brasil no Rio

Pesquisa encontra 30 novos locais com a linhagem arruda-RJ e propõe protocolo de urgência para proteger a diversidade genética da espécie em 11 cidades

Salada Verde
23 de abril de 2026

Concessão inédita em gleba pública testa novo modelo de gestão para florestas na Amazônia

Edital para a Gleba Castanho leva concessões a terras públicas não destinadas e reacende debate sobre governança, controle territorial e combate ao desmatamento

Reportagens
23 de abril de 2026

Recifes, jubartes e a conta global da proteção marinha

A biodiversidade marinha que conecta o litoral brasileiro a desafios climáticos e metas internacionais de conservação

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.