Notícias

Insegurança

Os álamos do Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, voltaram a prosperar depois que se reintroduziram lobos na área, na década de 90. As árvores, consideradas um símbolo do Oeste do país, andavam meio sumidas devido à proliferação dos alces no parque, que, sem predadores por perto, se sentiam livres para comer toda e qualquer mudinha de álamo que encontravam pelo caminho. Não que o retorno dos lobos tenha diminuido tão rapidamente a população dos alces. É que agora os bichos evitam áreas onde correm maior risco de serem atacados. Com isso, as árvores têm crescido livremente em alguns pedaços do parque. Cientistas chamam isso de “ecologia do medo”. A notícia saiu no jornal The New York Times.

Redação ((o))eco ·
6 de agosto de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
10 de junho de 2026

Mutirão 2: o inimigo não é outro

Por um errante minuto, a qualidade da imaginação do cinema carioca me faz desejar que o setor climático aprenda a mobilizar a opinião pública com o marketing do setor de segurança

Análises
9 de junho de 2026

A corrida maluca do financiamento climático

Para cada dólar investido na natureza, outros 30 financiam sua destruição. No total, US$ 7,3 trilhões em fluxos financeiros dos setores público e privado têm impacto negativo direto na natureza

Salada Verde
9 de junho de 2026

Casal de ambientalistas de SC recebe prêmio por trabalho pela conservação da Mata Atlântica

1ª edição do Prêmio Miguel Milano de Conservação da Natureza reconhece o legado de Germano Woehl Jr. e Elza Nishimura Woehl, fundadores do Instituto Rã-Bugio, em Santa Catarina

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.