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Oxibiodegradantes

Xico Graziano, secretário estadual do meio ambiente de São Paulo, publicou artigo na Folha no qual critica duramente o uso das sacolas plásticas oxibiodegradáveis, que têm sido vendidas como solução para o excesso de sacos distribuídos em supermercados, que demoram a sumir na natureza. Argumenta que o aditivo químico usado esfarela os polímeros derivados do petróleo e contamina perigosamente a água e o solo. Foi por isso, ele explica, que o governador José Serra vetou o projeto de lei que obrigaria os comerciantes paulistas a adotar este tipo de embalagem. Segundo ele, há outras medidas a serem tomadas em prol do meio ambiente, como a adoção do plástico biológico, obtido a partir do álcool da cana-de-açúcar ou do amido de milho. Além disso, alerta para a importância da reciclagem e também para a necessária rejeição dos sacos convencionais por parte dos consumidores.

Redação ((o))eco ·
7 de agosto de 2007 · 19 anos atrás

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