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Pobre Amazônia

Uma auditoria inédita do Tribunal de Contas da União (TCU) botou no papel o que já se observava a olho nu: os órgãos ambientais do Brasil têm estrutura deficiente, escassez de verbas e não conseguem se integrar para combater o desmatamento. O resultado disso também é conhecido: o dinheiro público vai para o ralo, as florestas caem e ninguém fica atrás das grades. “Todos os órgãos contam com uma estrutura muito deficiente para cuidar da Amazônia. Se as autoridades ao menos se falassem, teríamos menos desperdícios e mais resultados”, critica o relator da auditoria, ministro Marcos Bemquerer. A conclusão do relatório, apesar de lamentável, é igualmente óbvia: na Amazônia, o crime ambiental compensa. A notícia é do jornal O Globo.

Redação ((o))eco ·
12 de junho de 2008 · 18 anos atrás

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