A Revista Trip o chama de “homem-roubada”. Mas trata-se de um elogio. No fim de 2002, o paulistano Paulo Ciryllo perdeu a um só tempo a namorada, o carro e o emprego, e viu que aquele era o momento de chutar de vez o pau da barraca. Depois de uma passagem pela Itália, partiu com 300 dólares no bolso para Kuala-Lampur, na Malásia, e rodou meio mundo durante dois anos com a cara e a coragem, além de muita esperteza e espírito esportivo. A reportagem completa está na versão impressa da revista, mas o site traz uma série de dicas inspiradas nas aventuras desse mão-fechada. Entre elas, “Seja absolutamente cara de pau”, “Vá a todo lugar não recomendado a turistas” e “Olhe nos olhos e sorria”. O sorriso largo de Paulo está presente em todas as fotos, o que reforça sua tese de que “se foder é bom e desejável”.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade
O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança →
Estudo revela impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista
O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano →
Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir
Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade →

