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Pela hora da morte

Tudo bem, ninguém gosta de falar sobre a morte. Mesmo assim, volta e meia o assunto está na boca do povo. E já que os tempos pedem sustentabilidade, por que não bater as botas deixando o mínimo de rastro possível? É o que sugere o site da Grist, numa listinha de lembretes para que a despedida seja verde como a esperança. Entre as dicas, a primeira é optar pelo forno crematório em vez de enterrar o corpo. Apesar da quentura e das emissões, especialistas garantem que as novas tecnologias dão conta disso. Já a madeira e a matéria orgânica sob o solo... Deixar de herança uma graninha para entidades ambientalistas confiáveis também é uma boa. Mas uma das principais medidas é que a cerimônia seja feita num local central, onde parentes e amigos não tenham que percorrer muitos quilômetros para chegar. E para aqueles conhecidos distantes que teriam de pegar um avião, nada que uma transmissão ao vivo não resolva.

Redação ((o))eco ·
23 de julho de 2008 · 17 anos atrás

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