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A nova lei nuclear prevê a construção de novas linhas de alta tensão para a distribuição da energia produzida pelos futuros parques eólicos; o fechamento definitivo dos oito primeiros reatores, desligados desde março, e a desativação dos nove restantes de maneira gradual, sendo que o primeiro em 2015 e os três últimos em 2022.
O grande desafio de renunciar à energia atômica é encontrar maneiras de substituir a eletricidade gerada pelas usinas sem recorrer ao uso do carvão, que elevaria as emissões de Co2 do país.
Ambientalistas divergem entre si sobre o uso de energia nuclear. Embora não seja uma energia considerada limpa, sua geração não produz gases do efeito estufa, considerados os principais responsáveis pelo aquecimento global.
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