Notícias

Sabiá-Pimenta: sobrevivência nos olhos é refresco

A biodiversidade brasileira corre risco de perder parte de seu tempero. Ave natural da Mata Atlântica vê o seu habitat e sua espécie desaparecerem.

Redação ((o))eco ·
17 de julho de 2014 · 7 anos atrás

Foto:
Foto:

O Brasil corre o risco de perder um pouco do seu tempero. O sabiá-pimenta (Carpornis melanocephala) é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, numa faixa que se estendia entre os estado de Alagoas até o Paraná. Hoje, a fragmentação do bioma restringe a espécie à uma série de reservas privadas ou Unidades de Conservação. Segundo o ICMBio e a IUCN, a perda de habitat pelo desmatamento torna a espécie Vulnerável à extinção.

Também conhecido como pião-batata, corocoxó-do-litoral e cochó, o sabiá-pimenta vive nas copa e partes mais altas das árvores das florestas primárias de baixada e na restinga. Se alimenta de frutos e tem preferência pelos da palmeira-juçara.

De tamanho médio, tem cerca de 21 centímetros de comprimento, com a plumagem da cabeça toda negra, das costas e asas verde oliva e do peito, amarelada. O sabiá-pimenta é territorial e demonstra irritação com cantos e voos sobre os invasores.

 

 

Leia também
Tartaruga-verde: estamos de olho em você
Tuco-tuco das dunas: cuidado onde pisa
Veado-bororó-do-sul, um pequeno mistério

 

 

 

 

Leia também

Salada Verde
21 de outubro de 2021

Polícia Civil do Maranhão prende um dos homens que matou onça preta e se gabou nas redes sociais

Corpo do animal abatido foi filmado por três homens, que comemoraram o feito. O homem preso também será multado pelo Ibama.

Reportagens
21 de outubro de 2021

COP26 – Brasil tentou minimizar impacto das emissões da pecuária em relatório do IPCC

País também defendeu que aumento do desmatamento não é resultado da política atual brasileira. Outros países fizeram lobby para mudar relatório climático.

Reportagens
21 de outubro de 2021

Estudo aponta diretrizes para barrar a degradação acelerada de campos e savanas

As chamadas grasslands estão ameaçadas em todo o planeta, alerta um grupo internacional de pesquisadores. Solução envolve restauração e busca de alternativas de exploração econômica sustentáveis

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta