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Depois de uma auditoria feita entre abril e maio de 2004, o Tribunal de Contas da União determinou, basicamente, que o Ibama faça algo que nunca conseguiu no noroeste de Mato Grosso: cuidar da Estação Ecológica Iquê-Juruena, de 200 mil hectares, há anos abandonada. A investigação revelou a existência de desmatamentos ilegais dentro da estação, problemas fundiários, falta de servidores e de condições para sua proteção, além de precária estrutura física, e exigiu que o Ibama solucione todos esses problemas. Acrescentou ainda necessidade de conceder adicionais de periculosidade aos funcionários, e de notificar o Ministério do Meio Ambiente sobre a inconstituicionalidade do decreto que extinguiu a unidade de conservação quando, em 1996, foi criada, sobreposta a ela, a Terra Indígena Enawenê-Nawê.

Redação ((o))eco ·
7 de fevereiro de 2007 · 20 anos atrás

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