Notícias

Velho novo mundo

Thelma Krug, responsável pela nova secretaria de mudanças climáticas do Ministério do Meio Ambiente e representante do Brasil no IPCC, deixou claro em seminário organizado pelo BID no dia 7 de junho, em Washington, que é adepta da velha política brasileira de evitar qualquer tipo de ousadia em relação ao tema. Disse que o Brasil não aceita assumir metas internacionais de redução de poluentes na atmosfera, é contra criar um mercado para desmatamentos evitados e questionou a precisão dos atuais métodos para a medição de emissão de carbono. A perplexidade da platéia transformou-se em espanto quando ela afirmou que o corte de árvores não leva, necessariamente, a um aumento nas emissões porque muito carbono ainda fica estocado na madeira que é transformada em móveis ou utilizada na construção de prédios. Quem quiser dar uma olhada na apresentação que Krug fez no BID pode encontrá-la aqui.

Redação ((o))eco ·
15 de junho de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
20 de outubro de 2026

Monitoramento do desmatamento no Brasil estará sob risco com Flávio Bolsonaro

Atacado em várias frentes durante presidência de Jair Messias, INPE não merece outra gestão bolsonarista →

Salada Verde
20 de outubro de 2026

Organizações indígenas alertam para riscos socioambientais no segundo turno das eleições

Carta aberta critica o legado do governo Bolsonaro e questiona propostas que podem afetar a proteção ambiental e os direitos dos povos indígenas →

Notícias
20 de outubro de 2026

Nova espécie de perereca-de-vidro é descoberta no coração do Cerrado

Anfíbio é o primeiro do gênero registrado na região central do bioma, reforçando a urgência de investimentos em pesquisa e conservação na savana brasileira →

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.