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Mata Atlântica na pior

Outro ponto criticado pelo Greenpeace é a permissão para compensar reserva legal fora da bacia hidrográfica degradada. Segundo a ONG, o setor sucro-alcooleiro paulista propõe que a compensação da reserva legal da Mata Atlântica seja feita em outros biomas, o que permitiria que tudo o que está hoje desmatado virasse “um imenso canavial”. “Se isso ocorrer, regiões inteiras da região da Mata Atlântica poderão ser consideradas ‘áreas livres de árvores’, com seriíssimos prejuízos para a população, a biodiversidade, os rios e o clima”, diz o diretor de políticas públicas do Greenpeace, Sergio Leitão.

Redação ((o))eco ·
10 de outubro de 2007 · 19 anos atrás

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