Colunas
29 de julho de 2005

Destruição anômica

O colapso da sociedade está para o coletivo, como o suicídio para o indivíduo. Suas determinantes devem ter relação com as causas da crise ecológica dos povos.

Por Sérgio Abranches
29 de julho de 2005
Reportagens
29 de julho de 2005

Tem jeito

Problemas não faltam ao Parque Estadual da Serra da Tiririca (RJ). Mas em vez de dar murro em ponta de faca, a nova administração aposta na conciliação.

Por Andreia Fanzeres
29 de julho de 2005
Colunas
29 de julho de 2005

Apelação ecológica

Indústria de cosméticos brasileira segue a receita criada pelos europeus para vender a sua produção. A natureza incentiva o consumo. Não a consciência ambiental.

Por Silvia Pilz
29 de julho de 2005
Reportagens
28 de julho de 2005

Quebrando a rotina

Instituto Estadual de Florestas do Rio deflagra Operação no Parque da Serra da Tiririca. Irregularidades ambientais foram notificadas, como manda o figurino.

Por Andreia Fanzeres
28 de julho de 2005
Fotografia
28 de julho de 2005

A formiga

Do alto de sua larga experiência em atrapalhar o trabalho alheio, sobretudo quando se mete no caminho de insetos, Marcos Sá Corrêa dispersou uma...

28 de julho de 2005
Colunas
28 de julho de 2005

O pitbull ladra, o Conama morde

Decisão do STF sobre as áreas de preservação permanente mostra que o Conama precisa ser revisto. Enquanto isso, os humanos discutem sua relação com os cães.

Por Paulo Bessa
28 de julho de 2005
Reportagens
28 de julho de 2005

Pá de cal precipitada

De sujo, feio e fraco que está, o Rio do Braço foi retirado do mapa oficial de Joinville (SC). Mas é cedo para anunciar o seu fim. Tem gente tentando salvá-lo.

Por Eunice Venturi
28 de julho de 2005
Notícias
28 de julho de 2005

Quem fiscalizará?

Está bem encaminhada a discussão sobre o destino dos sedimentos da dragagem a ser feita na baía da Ilha Grande, litoral do Rio, para o deslocamento de plataformas da Petrobras. Mas a obra ainda não tem fiscal. Em reunião realizada dia 27 de julho, as prefeituras de Angra dos Reis e Paraty, os sindicatos, o Ministério Público e ongs chegaram a um entendimento quanto à profundidade do lugar onde os 520 mil metros cúbicos de material devem ser alocados: 65 metros. Ou seja, bem mais longe da costa do que o proposto inicialmente. Resta a dúvida sobre qual entidade cuidará do licenciamento da obra. Antes, quando os sedimentos iam ser despejados a 30 metros de profundidade, a incumbência seria da Feema, órgão estadual. Com a escolha do novo local, a responsabilidade deve passar para o Ibama. Mas as duas entidades ainda se engalfinham nos bastidores.

Por Redação ((o))eco
28 de julho de 2005
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