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Quem fiscalizará?

Está bem encaminhada a discussão sobre o destino dos sedimentos da dragagem a ser feita na baía da Ilha Grande, litoral do Rio, para o deslocamento de plataformas da Petrobras. Mas a obra ainda não tem fiscal. Em reunião realizada dia 27 de julho, as prefeituras de Angra dos Reis e Paraty, os sindicatos, o Ministério Público e ongs chegaram a um entendimento quanto à profundidade do lugar onde os 520 mil metros cúbicos de material devem ser alocados: 65 metros. Ou seja, bem mais longe da costa do que o proposto inicialmente. Resta a dúvida sobre qual entidade cuidará do licenciamento da obra. Antes, quando os sedimentos iam ser despejados a 30 metros de profundidade, a incumbência seria da Feema, órgão estadual. Com a escolha do novo local, a responsabilidade deve passar para o Ibama. Mas as duas entidades ainda se engalfinham nos bastidores.

Redação ((o))eco ·
28 de julho de 2005 · 21 anos atrás

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