Análises
13 de maio de 2005

Da bursite à cárie II

De Celia OsórioGostaria de parabenizar O Eco e a estudante de jornalismo Juliana Tinoco pela excelente reportagem "Da bursite à cárie".A divulgação de estudos científicos relacionados à nossa flora regional é muito importante, pois além do conhecimento, alerta para o dever, que é de todos nós, de preservar a nossa abençoada flora.

Por Redação ((o))eco
13 de maio de 2005
Reportagens
12 de maio de 2005

Vizinhos primatas

Centenas de bugios-ruivos habitam florestas e morros de Porto Alegre, ajudando a regenerar as áreas verdes. Projeto trabalha há 12 anos para preservá-los.

Por Cristina Ávila
12 de maio de 2005
Reportagens
12 de maio de 2005

Gari particular

Morador da favela da Rocinha, no Rio, cria serviço de coleta de lixo em domicílio. Além de lucrar com a boa clientela, ele ajuda a diminuir a sujeira nas ruas.

Por Vilma Homero
12 de maio de 2005
Colunas
12 de maio de 2005

Os patinhos feios

Pesquisa dá pista que o instinto impera até onde nossa razão não o reconhece. Como os animais, parece que os humanos protegem menos os filhos considerados feios.

Por Silvia Pilz
12 de maio de 2005
Notícias
12 de maio de 2005

PL na reta final

Ainda não foi nesta quinta-feira, dia 12 de maio, que saiu o parecer sobre o projeto de lei de Gestão de Florestas Públicas, como era esperado. O relator do projeto na Câmara, deputado Beto Albuquerque (PPS-RS), preferiu ouvir antes os juristas, convidados da última reunião antes da votação. Do ponto de vista jurídico, as principais preocupações se referem à criação de uma mega intra-estrutura burocrática, que poderá comprometer sua implementação a médio prazo, e ao esvaziamento do estudo de impacto ambiental, substituído na proposta pelo estudo de viabilidade socioambiental, o que seria inconstitucional. Apesar das críticas, os deputados e convidados presentes foram unânimes na aprovação da proposta. “Se não é o melhor dos mundos, o projeto evita o pior dos mundos”, afirmou Antônio Herman Benjamin, procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo. Beto Albuquerque afirmou que vai procurar se aproximar ao máximo das considerações feitas na audiência. “Estamos nos prevenindo, fazendo um arcabouço jurídico sobre o texto, para que o projeto não seja derrubado no primeiro embate”. O presidente da comissão, deputado Miguel de Souza (PL-RO), acredita que o projeto poderá votado até o dia 30. A apresentação do parecer preliminar foi adiada para a próxima quarta-feira, dia 18.

Por Carolina Mourão
12 de maio de 2005
Notícias
12 de maio de 2005

Com as moscas

A reunião da Comissão de Meio Ambiente da Câmara desta quinta-feira, dia 12, aguardava, entre outros convidados, a presença das ministras Dilma Roussef, das Minas e Energia, e Marina Silva, do Meio Ambiente. Marina não pôde comparecer porque sabidamente está despachando no hospital Sarah de Brasília. Já Dilma não apareceu sabe Deus por quê. Mesmo assim, a reunião não foi cancelada. Havia um quórum mínimo, pífio, que deliberou sobre conservação ambiental em Santa Catarina e no Paraná, funcionamento de templos – porque a Comissão é também de Minorias – e outras questões “menores”. Considerados assuntos mais importantes, a regulamentação do mercado de carbono e o programa de conscientização do consumo sustentável foram transferidos para a próxima quarta-feira. O relator achou conveniente não deliberar com as moscas.

Por Carolina Mourão
12 de maio de 2005
Colunas
12 de maio de 2005

Tubarão também é gente

A imprensa em geral trata os tubarões como seres agressivos e assassinos, dos quais humanos fazem bem em manter distância. Coitados. Não passam de vítimas.

Por Paulo Bessa
12 de maio de 2005
Reportagens
12 de maio de 2005

A voz das cidades

Em pesquisa inédita do IBGE, as prefeituras brasileiras identificam (ou omitem) seus principais problemas ambientais e revelam a forma como lidam com eles.

Por Ana Antunes
12 de maio de 2005
Notícias
12 de maio de 2005

Lixo complexo

No Japão, jogar qualquer coisa no lixo está se tornando atividade tão complexa que várias cidades estão produzindo cartilhas para explicar aos seus habitantes como proceder na hora de fazer um descarte. Yokohama, por exemplo, distribuiu um manual de 27 páginas sobre o assunto. Ensina, por exemplo, que se alguém for jogar fora apenas um pé de meia, deve colocá-lo numa lata destinada à material que será incinerado. Se for um par de meias, entretanto, terá que ser depositado na lata de roupas usadas. Mas só se ainda estiver em condições de uso. Se não, acaba na lata de material reciclável. Tudo isso faz parte de um esforço do governo japonês para reduzir o desperdício e aumentar a reciclagem de lixo. A reportagem é do The New York Times.

Por Redação ((o))eco
12 de maio de 2005

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