Colunas
3 de dezembro de 2004

A sagração dos ratos

Roedores são maleáveis à curiosidade humana. Prestam-se até para testar nossa fidelidade. Mas continuam sendo vistos como praga. Deveriam ser santificados.

Por Silvia Pilz
3 de dezembro de 2004
Colunas
3 de dezembro de 2004

Pescadores pedem socorro

Ao contrário dos índios, os pescadores artesanais são ignorados pelas políticas de desenvolvimento social. Uma boa solução é incentivá-los a deixar de pescar

Por Frederico Brandini
3 de dezembro de 2004
Colunas
3 de dezembro de 2004

Pobres jardins dos ricos

Jardim, nos Estados Unidos, é sinônimo de grama. O show de desperdício inclui podas motorizadas, muito pesticida e restos ensacados. Em Brasília é parecido.

Por Marc Dourojeanni
3 de dezembro de 2004
Colunas
3 de dezembro de 2004

No Reino dos Faladores

Medalha de prata em desmatamento em 2003, ouro, em 2004, o governo não tem noção de suas responsabilidades ambientais. Prefere o discurso vazio à ação exemplar.

Por Sérgio Abranches
3 de dezembro de 2004
Notícias
3 de dezembro de 2004

Certeza

A Cargill espalhou outdoors às margens da BR-163, na altura de Sinop, ainda no Mato Grosso, mostrando que não tem dúvida de que a parte paraense da estrada será asfaltada. “Chegaremos a Santarém”, alardeiam os cartazes.

Por Redação ((o))eco
3 de dezembro de 2004
Notícias
3 de dezembro de 2004

Bem conservado

Uma equipe de pesquisadores do Museu Nacional do Rio de Janeiro anunciou a descoberta de um dos mais antigos fósseis de dinossauro do mundo. O Unaysaurus tolentinoi, encontrado em 1998 próximo ao município de Santa Maria (RS), viveu há cerca de 225 milhões de anos, no período Triássico. Segundo o Estadão (gratuito), além da raridade da descoberta, chamou a atenção a integridade do fóssil, cujo crânio é o mais completo já encontrado no país. Uma réplica do dinossauro está exposta no Museu Nacional a partir de hoje.

Por Lorenzo Aldé
3 de dezembro de 2004
Notícias
3 de dezembro de 2004

Alternativas

A produção de madeira certificada na região norte do Brasil está ameaçada. Um dos pilares do processo de certificação, as áreas com título de propriedade regularizado estão ficando cada vez mais escassas. No Pará, maior produtor nacional de madeiras, onde existem 1,2 milhões de hectares certificados, não há mais terra legalizada para efetuar o manejo, a não ser as áreas demarcadas como Florestas Estaduais ou Nacionais ou os assentamentos do Incra. A situação é a mesma por todos os estados da região Norte. A Juruá, madeireira com selo de certificação, acaba de fechar contrato para extração e manejo de madeira em dois assentamentos no Amapá. Pretende fazer mais do mesmo no estado, onde tem a meta de certificar 600 mil hectares. A Cikel, outra madeireira certificada, tem estratégia diferente. Quer fazer o corte e manejo em Florestas Nacionais.

Por Redação ((o))eco
3 de dezembro de 2004
Notícias
3 de dezembro de 2004

Novas florestas

O presidente Luis Inácio Lula da Silva assinou na quinta-feira, 2 de dezembro, o decreto de criação de duas novas Florestas Nacionais. Uma, a de Jacundá, fica em Rondônia e tem 400 mil hectares. A outra fica ao sul de Manaus, tem 800 mil hectares de área e chama-se Balata Tufari. As duas Florestas fazem parte de uma estratégia de preservação combinada ainda em 2000, na presidência de Fernando Henrique Cardoso, entre os governos federal e dos estados da Amazônia para elevar o número de Florestas Nacionais e Estaduais na região. A meta é demarcar 10% do território amazônico, até 2010, com este tipo de unidades de conservação. Atualmente, este percentual está em 3%. No ano que vem, a previsão é que ele vai dobrar.

Por Redação ((o))eco
3 de dezembro de 2004

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